FMI: "Reformas devolvem crescimento e credibilidade ao Brasil"

Relatório do Fundo Monetário Internacional mostra que Brasil está no caminho, com reformas que favorecem o crescimento do País


Geral - 21/04/2017
Créditos: Foto divulgação
Diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, durante reunião de primavera da instituição
Diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, durante reunião de primavera da instituição - Créditos: IMF Staff Photograph/Stephen Jaffe
    O Fundo Monetário Internacional (FMI) avalia que com a reforma da Previdência e outras mudanças estruturais, o Brasil não só sairá da recessão como reconstruirá sua credibilidade e sustentabilidade fiscal. A previsão da entidade é de que, a partir de 2020, o País volte a gerar superávits primários (economia para pagar os juros da dívida). Ainda segundo o fundo, 2020 também será o ano em que será possível poupar 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB) para manter as contas públicas no azul.
     A avaliação integra um relatório divulgado, nesta quarta-feira (19), durante a reunião de primavera da instituição, em Washington (EUA). O documento lembra a importância da aprovação do teto dos gastos no Brasil e diz que essa medida será complementada pela reforma da Previdência, em tramitação no Congresso Nacional.
    De acordo com o FMI, o teto dos gastos e outras reformas irão ajudar a reduzir o desequilíbrio fiscal rapidamente. O fundo afirma que “no Brasil, onde as pensões e outros benefícios representam cerca de metade do gasto federal, o sucesso da estratégia para conter os gastos vai depender da reforma da Previdência, cujos desembolsos têm um forte crescimento em termos reais”.

Previsões
    Neste relatório, o FMI também fez uma série de projeções para as contas públicas. A expectativa da entidade é de que, este ano, o déficit primário fique em 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB). Com as reformas, esse buraco deve diminuir gradativamente, primeiro para 1,1% do PIB em 2018 e, depois, continua a melhorar em 2019 (-0,2% do PIB), 2020 (0,7%), 2021 (1,1%) e 2022 (1,6%).

[Fonte:   Portal Brasil]
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